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IoT e big data dão uma nova roupagem às ofertas de prateleira

Apesar de as tecnologias de monitoramento existirem há anos, somente mais recentemente começaram a decolar. Na explicação de Fernando Cesar, líder em Internet das Coisas da Dell, isto deveu-se à falta de capacidade de armazenamento para a grande quantidade de dados gerada pelos sensores e pelas conexões máquina-a-máquina e pela ausência de ferramentas de análise. “Não adianta coletar todos os dados, se não conseguir processá-los em tempo real”, afirmou o especialista, em entrevista durante o Ciab Febraban, realizado de 21 a 23 de junho, em São Paulo.

Com o barateamento dos sensores e com o advento e a popularização de tecnologias de big data e ferramentas de análise em tempo real, as aplicações de Internet das coisas tornam-se cada vez mais possíveis. Cesar citou como exemplo as mudanças que a Internet das coisas pode provocar no mercado de seguradoras, criando modelos de negócio que prevejam seguro como serviço, seguro baseado em uso e seguro com intervenções preditivas.

Tais modelos poderiam substituir as ofertas de prateleira de modo a permitir às seguradoras a diferenciarem-se, por exemplo, pela personalização, desenhando produtos específicos para o segurado, em vez de incluí-lo em perfis pré-determinados e precificando o seguro segundo o  padrão de uso e a respectiva variação do risco.

“Seguro não poderia ser vendido como eletricidade? Quando não usa o preço vai? Isto poderia ser viabilizado por meio de telemetria e internet das coisas, com sistemas de big data para acumular dados e sistemas de análise dos dados”, pontua o executivo da Dell omeprazole capsules. Assistam a entrevista de Fernando Cesar à CDTV, do portal Convergência Digital.


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